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3 de julho de 2012

ESTUDOS - RELATOS DE EQM

RELATOS DE EQM - Experiência de Quase Morte

  • Passei Três Dias Morto (21/6/2004) - O georgiano Grigorievich Rodonaia foi atropelado e dado como morto em 1976. Seu corpo foi levado para o necrotério onde ficou em uma câmara frigorífica à espera da autópsia. Três dias depois, quando o legista começou a usar o bisturi, Rodonaia abriu os olhos. O médico os fechou e prosseguiu com a autópsia, mas as pálpebras abriram novamente. Rodonaia estava vivo. em dúvida é um fato surpreendente, mas não mais do que o depoimento que Rodonaia fez ao se recuperar. “Enquanto estava ‘morto’, fui arrastado para um mundo de luz onde as leis científicas não existiam. Viajava ao redor do mundo e através do tempo, via através das paredes e podia ler as mentes das pessoas”.

  • Durante suas “viagens”, escutou o choro de um recém-nascido em um hospital próximo e percebeu que a criança tinha a bacia fraturada, fato que os médicos desconheciam. Com uma percepção sensorial extraordinariamente desenvolvida, reconheceu o bebê e explicou (depois de voltar a vida) o que se passava à equipe médica do hospital. As radiografias confirmaram que tinha razão. No atestado de óbito de Rodonaia pode-se ler: “Rodonaia, Tsotne Grigorievich. Falecido em 14/09/76... aos 20 anos de idade”. O lugar é Tblisi, na antiga República Soviética da Geórgia, porém a causa de sua morte ficou em branco já que Rodonaia se recuperou antes que terminasse a autópsia (Revista Fator X).

  • Deixo aqui o relato de um médico que participou de uma pesquisa científica holandesa sobre EQM (Estado de Quase Morte), publicada em um artigo na renomada revista médica internacional, The Lancet, em dezembro de 2001: "Durante o plantão noturno na Unidade coronariana, a ambulância trouxe um paciente de 44 anos, em coma, cianótico (extremidades arroxeadas) e em parada cardíaca. Ele recebeu ventilação artificial, massagem cardíaca e desfibrilação. Quando fomos intubá-lo, a sua dentadura deslocou-se para fora da boca. Eu removi sua dentadura superior e a coloquei sobre o carrinho de atendimento. Continuamos nos procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar que foi bastante prolongado. Uma hora e meia após, ele foi transferido para a UTI, ainda comatoso, intubado e em ventilação artificial. Após uma semana eu me encontrei novamente com o paciente, e ao ver-me, ele falou apontando para uma funcionária: "Aquela enfermeira sabe onde está minha dentadura". Após eu me mostrar espantado, ele explicou: "Sim, você estava lá quando a ambulância me trouxe para o hospital e você tirou a minha dentadura da boca e a pôs em cima do carrinho".

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